Os perigos da automedicação na pandemia

PRODUÇÃO: CAUAN GOMES, DAIANA AGUSTO, PAULO CARVALHO

O consumo de medicamentos que supostamente seriam eficazes contra a COVID-19, ganhou força em 2020, se apresentando como uma promessa de vencer a nova doença de forma mais rápida. No país em que 77% da população diz recorrer à medicação por conta própria, segundo o Conselho Federal de Farmácias, o resultado foi uma busca desenfreada por esses medicamentos que eram indicados para outros tipos de doenças, sem eficácia comprovada no tratamento do novo coronavírus. A prática, no entanto, não é consequência da pandemia. Os primeiros estudos sobre automedicação datam da década de 70 e colocam o hábito como problema de saúde pública. 

Em pouco mais de 15 minutos de reportagem, você vai conhecer um pouco mais da cultura do consumo de medicamentos por conta própria, como esse hábito se manifestou na pandemia, os perigos que ele traz, o surgimento do Kit COVID e o papel do profissional de farmácia. Para falar sobre o tema, o Jornal Lampião conversou com o professor Paulo Arrais que estuda automedicação na Universidade Federal do Ceará e a professora Renata Macedo do Nascimento, especialista no assunto na Universidade Federal de Ouro Preto. 

A reportagem especial “Os perigos da automedicação na pandemia” é uma produção do Lampião, Jornal Laboratório do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Ouça também no Spotify!

Confira também o quadro Médico Responde no Youtube, que traz informações sobre as perguntas mais comuns sobre o tema. 

Agora que você ja sabe os perigos da automedicação, saiba quais são os riscos oferecidos pelo uso de medicamentos ineficazes para o tratamento da COVID-19.

 

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